Publicado por: A Ovelha Perdida | 1 de Setembro de 2012

O efeito da música nos bebés

Publicado por: A Ovelha Perdida | 7 de Agosto de 2012

Álcool durante a gravidez triplica risco de parto prematuro

Uma taça grande de vinho por dia já coloca em risco a saúde do bebê Foto: Getty Images

Uma taça de vinho por dia já faz mal para o bebê
Foto: Getty Images

 

 

Controle-se quando o assunto em questão é álcool na gravidez. Uma pesquisa do Trinity College Dublin, na Irlanda, indica que beber muito (pelo menos 20 unidades de álcool por semana ou uma taça grande de vinho por dia) pode triplicar o risco de parto prematuro e representar 50% de probabilidade do bebê nascer com pouco peso ou morrer logo após o nascimento, como informou o jornal Daily Mail.

Os cientistas entrevistaram mais de 60 mil mães para saber quanto elas ingeriram de álcool ao engravidar e durante as primeiras semanas de gestação. Segundo o site Science Daily, 71% delas admitiram beber ocasionalmente; 10%, quantidade moderada (6 a 20 unidades por semana); duas em 1 mil, consumia grande quantia (mais de 20 unidades). Cada unidade equivale a 10 gramas de álcool.

Foram relatados três casos de síndrome alcoólica fetal (que pode causar problemas físicos e mentais), sendo um deles em uma criança com mãe que declarou consumir pouco álcool.

A equipe disse ao jornal Daily Mail que precisa de mais levantamentos para abordar especificamente os efeitos da ingestão leve de álcool na gravidez para que possa ser considerado algo seguro. A publicaçãoBMC Pregnancy and Childbirth divulgou esses dados.

 

Fonte: Terra.

Publicado por: A Ovelha Perdida | 24 de Julho de 2012

SECIL apoia SOS Bebé

Este ano a SECIL voltou a apoiar o nosso projecto. Em cerimónia realizada ontem com todas as colectividades e instituições apoiadas, nas instalações da fábrica no Outão, o SOS Bebé representado pela sua Coordenadora, Susete Lino, recebeu a primeira parte do pequeno apoio anual a entregar. Estamos agradecidos, em nome das famílias carenciadas com crianças pequenas.

Publicado por: A Ovelha Perdida | 19 de Junho de 2012

SOS Bebé divulga actividade na Festa de Fim de Ano do Colégio Centeio

O SOS Bebé foi convidado para estar presente e divulgar o seu trabalho na Festa de Fim de Ano Lectivo 2011-2012 do Colégio Centeio, em Setúbal. Tratou-se de uma oportunidade para dar a conhecer a nossa actividade às famílias ali presentes, pelo que agradecemos o convite. O Colégio Centeio já no Natal passado tinha levado a cabo uma campanha de recolha de alimentos e brinquedos em favor da nossa instituição.

 

Publicado por: A Ovelha Perdida | 12 de Junho de 2012

Aumentam na Europa os bebés abandonados em “rodas” modernas

 

ONU revela-se contra as caixas onde os bebés são deixados

Foto: Reuters.

 

 

Em vários países europeus, os bebés indesejados são abandonados numa espécie de “caixas” semelhantes à “roda”, na Idade Média. Em 12 anos, mais de 400 crianças foram deixadas nesses dispositivos. As Nações Unidas consideram que é uma violação dos Direitos da Criança.

 

Na Idade Média, em Portugal, os bebés ilegítimos eram colocadas na chamada Roda dos Enjeitados que foi oficializada em 1783 por Pina Manique, Intendente Geral da Polícia. Foi por sua iniciativa que foram criadas as Casas de Roda para receber essas crianças indesejadas. Esses depósitos de recém-nascidos foram extintos por decreto em 1867. Hoje, os bebés indesejados são entregues em instituições e muitos deles são depois candidatos à adopção.

O recurso a sistemas semelhantes ao da “roda” para abandonar bebés recém-nascidos está a aumentar na Europa. Na República Checa, na parede exterior do edifício da clínica GynCentrum, no leste de Praga, está colocada uma “caixa” que recolhe bebés indesejados. É um local isolado, onde as mães podem evitar ser vistas.

No interior desse dispositivo encontram-se folhetos em checo, russo e inglês com números de telefone que oferecem ajuda às mães que mudem de ideias.

Logo que a criança é ali deixada, soa um alarme dentro da clínica para alertar os enfermeiros que recolhem o recém-nascido do outro lado da parede.

Dezassete bebés foram deixados na “caixa” da clínica checa desde que abriu em 2005, segundo Lenka Benediktova, uma das responsáveis, ouvidas pelo The Guardian.

Esta é um dos 50 dispositivos para o efeito colocados em todo o país pela Fundação para Crianças Abandonadas (Statim), uma ONG privada dirigida por Ludvik Hess, um pai de 20 filhos, oito biológicos e os outros adoptados, que se diz poeta e empresário e afirma agir por motivos humanitários. Cada um custa 39 mil euros e os fundos são angariados junto de empresas, incluindo um dos maiores bancos da República Checa, o Komercni.

Graças a estas “caixas” 75 bebés já foram salvos, segundo Ludvik Hess, O objectivo é instalar 70 equipamentos destes para fazer a cobertura de todos os distritos do país, ajudando as mães solteiras e acolhendo os bebés indesejados para os dar para adopção.

Zuzana Baudysova, directora da Fundação Criança, uma instituição checa de caridade para crianças nota que esta iniciativa beneficia muitos bebés indesejados, filhos de mulheres de outras nacionalidades. “Muitos delas não são checas, mas dos Balcãs, Albânia ou Roménia. Algumas são imigrantes africanas”, diz, acrescentando não ter dúvidas de que, “se as caixas não existissem alguns desses bebés seriam deitados no lixo”.

Nações Unidas preocupada

O aumento destas caixas que acolhem bebés na Europa está a preocupar cada vez mais as Nações Unidas por considerar que esta prática “contraria o direito da criança a ser conhecida e cuidada pelos seus pais”.

O comité da ONU que zela sobre o cumprimento dos Direitos da Criança mostra-se alarmado com o aumento destas “caixas” colocadas geralmente no exterior dos hospitais. Este comité lamenta que as “rodas”, que já tinham desaparecido da Europa no século passado, reapareceram na última década e totalizam quase 200 em países tão diversos como Alemanha, Áustria, Suíça, Polónia, República Checa e Letónia. Desde 2000, mais de 400 crianças foram abandonadas nesses dispositivos.

Em França e na Holanda as mulheres têm o direito ao anonimato após o parto; no Reino Unido continua a ser um crime abandonar secretamente uma criança.

Para os funcionários da ONU, a existência destas “caixas” viola uma das ideias básicas da Convenção sobre os Direitos da Criança (CDC), que diz que estas têm direito a conhecer os seus pais e, mesmo em caso de separação, o Estado tem o dever de “respeitar o direito da criança a manter relações pessoais com seu pai ou mãe “.

No ano passado, o comité das Nações Unidas recomendou ao Governo da República Checa que tomasse “todas as medidas necessárias para acabar com a situação o mais rapidamente possível”. Tal não está a acontecer.

 

Fonte: Público.

Publicado por: A Ovelha Perdida | 9 de Maio de 2012

A cada hora nasce um bebé dependente de opiáceos nos EUA


Mães dependentes de analgésicos ou drogas ilegais transmitem o vício aos filhos durante a gestação, revela estudo publicado na revista científica “American Medical Association”.

Os casos de recém-nascidos com sintomas de dependência de drogas derivadas de ópio são cada vez mais frequentes nos EUA. Segundo um estudo científico publicado na revista “American Medical Association”, a cada hora nasce no país um bebé com síndrome de abstinência, filho de mãe dependente.

A pesquisa, baseada em dados de mais de 4000 hospitais norte-americanos, revela que somente em 2009 nasceram 13,5 mil bebés com síndrome de abstinência neonatal nos EUA. Em dez anos, entre 1999 e 2009, o número de recém-nascidos com este tipo de problema triplicou.

Consumo de opiáceos é problema grave nos EUA

Marie Hayer, da Universidade do Mainem diz que em 85% dos casos (de recém-nascidos com sintomas de síndrome de abstinência), as mães eram viciadas em medicamentos vendidos na farmácia mediante receita médica. Nos restantes casos, as progenitoras eram dependentes de heroína ou estavam a fazer tratamentos com analgésicos, na sequência, por exemplo, de um acidente de viação.

Na opinião de Stephen Patrick, um dos autores do estudo, “os opiáceos são já um grande problema nos EUA”.

O editorial da revista  diz que  “os opiáceos têm sido precritos de forma exagerada nos EUA, assim como desviados de farmácias e hospitais oara serem vendidos ilegalmente, o que abriu um novo caminho para o vício, gerando um problema de saúde pública materno-infantil”.

O estudo aponta para os altos custos dos tratamentos. “Recém-nascidos com síndrome de abstinência precisam passar pelo menos 16 dias no hospital, enquanto os demais ficam apenas três”.

O caso de Aillen Danneley e a sua filha Savannah, citado pela Associated Press, é paradigmático. Logo após o nascimento, a criança chorava muito, tinha diarreia e   dificuldades para se alimentar, sintomas típicos de abstinência, de que são também comuns os problemas respiratórios, baixo peso e convulsões. Por este motivo, teve de ficar internada num hospital em Illinois, ligada a máquinas que monitorizavam a sua respiração.

Aillen, 25 anos, parou de tomar analgésicos no início da gravidez, substituindo os medicamentos por metadona, sob supervisão médica.

Mãe e filha estão agora a fazer tratamento de desintoxicação.
Fonte: Expresso online.

Publicado por: A Ovelha Perdida | 5 de Maio de 2012

Bebés que nascem depois das 42 semanas têm mais riscos

O excesso de peso é outro dos riscos para os bebés que nascem depois das 42 semanas

O excesso de peso é outro dos riscos para os bebés que nascem depois das 42 semanas (Foto: Adriano Miranda)

O estudo, que foi realizado em Roterdão, na Holanda, explica que a maioria dos partos são induzidos antes das 42 semanas de gestação, mas adianta que há vários casos em que – com o consentimento da mãe ou do médico – a gravidez vai além do normal. Um bebé é classificado como pré-termo quando nasce antes das 37 semanas, de tempo normal entre as 37 e as 42 semanas, e pós-termo após as 42 semanas, refere o estudo.

Até agora, vários estudos científicos davam conta de uma maior mortalidade durante o primeiro ano de vida associada aos partos realizados tão tarde. Esta nova investigação, que se apoiou em dados de 2001 a 2005, e que acompanhou mais de 5000 crianças, veio revelar algumas das consequências concretas durante a infância destes bebés.

Da amostra faziam parte 382 crianças (7%) que nasceram pós-termo e 226 (4%) que nasceram pré-termo. A análise permitiu perceber que as crianças que nasceram depois das 42 semanas de gestação revelaram mais problemas comportamentais e emocionais durante a infância, com especial destaque para défices de atenção e hiperactividade, que ocorreram o dobro das vezes nestes bebés – em comparação com os que nasceram na altura “normal”.

Casos residuais em Portugal

Em declarações ao PÚBLICO Luís Graça, presidente da Sociedade Portuguesa de Obstetrícia e director desse do serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital de Santa Maria, alertou que uma gravidez demasiado prolongada pode efectivamente “acarretar muitos riscos para a mãe e o bebé”. Contudo, o médico considera que os problemas comportamentais ainda estão pouco documentados em termos científicos.

Luís Graça garantiu que no seu hospital, e na maioria das instituições portuguesas, os partos são feitos até às 41 semanas de gestação – ou seja, uma semana antes da prática holandesa, “país onde há um culto excessivo do parto natural”. O especialista reconheceu que o ideal é a mulher entrar em trabalho de parto de forma natural, mas alertou que “às 42 semanas o risco não aumenta só um bocadinho, aumenta de forma exponencial”.

Da sua experiência, o médico diz que em Portugal o mais comum é as mulheres quererem provocar o parto mais cedo, pelo que são residuais os casos limite. “A medicina não deve ser hiperinterventiva mas também não pode ser hipointerventiva. A partir das 41 semanas aumenta exponencialmente o risco de o bebé morrer dentro da barriga da mãe, um parto de um bebé grande apresenta mais riscos e o bebé pode ter falta de oxigenação. Se explicarmos isto às mulheres nunca se atingem essas situações”, acrescentou.

Hanan El Marroun, coordenadora do estudo conduzido pelo Departamento de Psiquiatria da Infância e Adolescência do Hospital Erasmus MC-Sophia, em Roterdão, escreve que a investigação permitiu perceber que, tanto os bebés prematuros, como os que nascem mais tarde têm uma maior probabilidade de ficarem com sequelas de longo termo. Por isso, a investigadora considera fundamental que os médicos divulguem mais os riscos de ambas as situações junto das mães. “Todas as grávidas sabem que se o bebé nascer cedo não é bom. Por isso, porque é que não questionamos também os efeitos a longo prazo nos bebés que nascem demasiado tarde?”, disse a investigadora, numa entrevista à BBC.

As conclusões basearam-se nas informações recolhidas em dois questionários preenchidos pelos pais dos bebés quando as crianças tinham 18 e 36 meses e os autores excluíram outros possíveis factores explicativos como o peso, origem étnica, consumo de álcool ou tabaco durante a gravidez, nível educacional dos pais e rendimentos da família. Ainda assim ressalvam que, nas idades analisadas, a única fonte de informação foram os pais, não existindo ainda um feedback das escolas ou médicos, que será importante em futuras investigações.

Fonte: Público.

Publicado por: A Ovelha Perdida | 27 de Abril de 2012

Surpresas mais frequentes no recém-nascido

Os pais durante nove meses, assistiram a aulas de preparação para o parto e aprenderam de cor todas as recomendações do ginecologista, mas, para grande surpresa, o recém-nascido não é como esperavam. Apesar de tudo parecer estranho nos primeiros dias, a maioria das surpresas são absolutamente normais. Aqui ficam algumas das mais frequentes:

Custa-lhe a fazer cocó

Faz ruídos, torce o rosto e fica corado? Não há motivos para preocupação. Ao realizar poucos movimentos intestinais durante a sua vida no útero, os músculos abdominais do bebé não estão suficientemente exercitados. Além disso, o leite, o unico alimento que ingere, deixa poucos resíduos. Mas isso não significa que esteja com prisão de ventre.

Bolsa o leite

Às vezes, depois de comer ou arrotar, o bebé deixa escapar uma pequena quantidade de leite. Isto deve-se à imaturidade dos sistema digestivo. Convém distinguir a regurgitação do vómito: este produz-se de forma repentina e brusca e a criança pode expulsar uma toma inteira. Nestes casos, consulte o pediatra.

Pontos brancos no céu da boca

Não há qualquer problema. Estas pequenas manchinhas denominam-se pérolas de Etstain e devem-se a um excesso de fibrina. Aparecem em muitos recém-nascidos, não são dolorosos nem implicam que o bebé tenha algum problema. Desaparecem com o tempo.

Arqueia as pernas

E é possível que também entorte os pés para dentro. No útero há pouco espaço, pelo que o feto se vê obrigado a manter as pernas flectidas, os pés dobrados e as costas côncavas. Por isso, depois de nascer, tende a encolher as extremidades. Passados alguns meses, as ancas e os músculos já estarão alargados e o tronco e pernas mais esticados.

Unhas dos pés encravadas

Parece que as unhas dos pés, sobretudo as dos dedos maiores, se incrustam na carne, enquanto a pele à volta fica vermelha. Isto é frequente nos bebés e na maior parte dos casos não tem importância. Pode fazer-se uma prova simples, apertando o dedo: se a unha está encravada, o bebé encolherá o pé e queixar-se-á.

Entorta os olhos

O aparente estrabismo do recém-nascido deve-se ao facto de ainda não conseguir controlar os músculos dos olhos. Por vezes, custa mantê-los em linha quando tenta focar os rostos. Na maior parte dos casos, é passageiro, apenas se deve considerar preocupante se os olhos estão “em bico” de forma permanente ou se continuam assim passados três meses.

Pele fina

O tom translúcido dos recém-nascidos deve-se à imaturidade do sistema circulatório e do mecanismo que regula a temperatura do corpo. Conforme se vão aperfeiçoando, a pele terá um aspecto mais opaco. As manchas vermelhas e s rugas também são temporárias e devem-se ao facto de bebé ter estado meses a flutuar no líquido amniótico.

Chora sem lágrimas

Durante os primeiros dias, as glândulas lacrimais só produzem a quantidade de líquido suficiente para manter a humidade dos olhos. Também é normal e corrige-se em poucas semanas.

Muito pêlo

Algumas crianças têm uma penugem que lhes cobre quase todo o corpo. Chama-se lanugo e, por vezes, está presente até às orelhas. Em poucas semanas cairá e desaparecerá.

Respiração irregular

Respira de modo irregular e, por vezes, faz breves pausas entre uma e outra respiração. Isto deve-se ao facto dos pulmões serem ainda pequenos e dos seu sistema neurológico ainda não estar totalmente desenvolvido.

Descoordenação

depois do nascimento, as zonas cerebrais mais desenvolvidas são aquelas que estão relacionadas com os reflexos e com as funções orgânicas fundamentais ( como a batida do coração); mas o cerebelo, que está encarregue de coordenar o movimento, ainda não está devidamente. Não há razão lhe dar importância. Ao fim de alguns meses, o bebé coordenará melhor os movimentos.

Come pouco de cada vez

O recém-nascido necessita de comer frequentemente pois o seu estômago ainda é muito pequeno. O melhor conselho é alimentá-lo a pedido, a única forma de estarmos seguros de que bebe todo o leite de que necessita.

As orelhas são moles

Não deve preocupar-se. A cartilagem é ainda muito frágil, mas em poucas semanas começará a endurecer e as orelhas adquirirão uma forma mais estética.

O umbigo está saliente

Nos primeiros dias, o umbigo pode sobressair ou parecer algo inchado mas, em geral, quando o cordão umbilical seca e cai, o umbigo começa a ter um aspecto menos saliente.

Um volume no peito

A pequena protuberância que se pode tocar no final das costelas  é o topo do esterno. Nas crianças mais pequenas esse osso está acompanhado por três segmentos e, por vezes, pode observar-se uma saliência. Pouco a pouco, vai-se cobrindo de músculo e gordura.

Tem os pés chatos

É normal que assim pareça. O arco da planta do pé só se forma entre os quatro e os seis anos.

Faz caretas a dormir

Estes gestos chamam-se “sorriso do sono” e são uma característica normal do recém-nascido. Tratam-se de contracções musculares involuntárias que se produzem quando dorme profundamente ou quando passa de uma para outra fase do  sono. Não é necessário fazer nada.

Fonte: Netbebés.

Publicado por: A Ovelha Perdida | 9 de Abril de 2012

Aparelho de baixo custo reduz nascimentos prematuros

Um pequeno aparelho de baixo custo pode reduzir drasticamente o número de nascimentos prematuros em gravidezes de risco. A descoberta resulta de uma investigação realizada por uma equipa de médicos espanhóis.

O estudo demonstrou que a utilização de um “pessário cervical” (um anel de silicone que usualmente é introduzido na vagina para tratar, por exemplo, a incontinência urinária) diminui a percentagem de nascimentos prematuros nos grupos de risco.

Durante a investigação, os especialistas analisaram mulheres que tinham um colo do útero (extremidade inferior do útero) com menos de 25mm – uma das características mais relacionadas com um risco elevado de parto prematuro.

A parte inferior do útero de 11875 foi medida entre as 18 e as 22 semanas de gravidez, através de um exame de ultrassons. 726 destas mulheres tinham o colo do útero inferior à medida de 25mm.

Em cerca de metade das mulheres incluídas no grupo de risco foi introduzido um “pessário cervical” – um aparelho cujo preço ronda os 35 euros. Os resultados foram surpreendentes: 6 por cento das mulheres que utilizaram o aparelho tiveram partos prematuros, contra uma percentagem de 27% nas mulheres que não o utilizaram.

“A colocação de um pessário é um procedimento acessível, não invasivo e fácil de inserir e remover quando necessário”, explicou à AFP a autora principal do estudo, Maria Goya, obstetra do Hospital Universitário Vall d”Hebron, em Barcelona

Vão ser agora efetuados mais testes para que a técnica possa entrar na rotina médica dos obstetras.

De acordo com o artigo nascem todos os anos cerca de 13 milhões de bebés antes do tempo, situação que pode acarretar riscos para a saúde futura das crianças.

Aceda ao artigo, publicado no The Lancet, AQUI.

Fonte: Boas notícias.

Publicado por: A Ovelha Perdida | 17 de Março de 2012

Alunos da Lima de Freitas apoiam o SOS Bebé

No passado dia 16, os alunos de uma turma da Escola Lima de Freitas, acompanhados pela professora Silvina do Vale, visitaram o SOS Bebé para efectuar a entrega de produtos alimentares e roupa para bebé, recolhida entre os alunos, que contribuíram segundo as suas possibilidades. Quiseram vir pessoalmente entregar os artigos recolhidos e adquiridos e ver o trabalho no local. Foram recebidos pela Coordenadora, Susete Lino e a equipa de voluntárias que assegura este trabalho social. Foi uma oportunidade para estes adolescentes conhecerem mais de perto a realidade social e serem sensibilizados para a importância da solidariedade numa sociedade injusta e desregulada.

 

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