Publicado por: A Ovelha Perdida | 15 de Julho de 2013

Farmácia Sália apoiou o SOS Bebé

Recebemos mais uma oferta da campanha realizada pela farmácia Sália (Setúbal) em favor das crianças de famílias carenciadas apoiadas pelo SOS Bebé. Agradecemos o apoio, em nome dos bebés.

 

Publicado por: A Ovelha Perdida | 5 de Junho de 2013

Beijinhos…

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Publicado por: A Ovelha Perdida | 31 de Maio de 2013

1 de Junho – 10H00 – Praça do Bocage

Cartaz Concentração bebés

Publicado por: A Ovelha Perdida | 27 de Maio de 2013

O sono do bebé

MAFALDA MELO

 

Estudo publicado na revista da Academia Americana de Pediatras concluiu que diferentes factores influenciam o sono das crianças durante o dia e a noite.

Para os pais que têm dificuldade em encontrar explicações para os diferentes padrões de sono dos filhos entre os seis meses e os quatro anos, para os períodos da sesta e da noite, uma equipa de investigadores chegou à conclusão que as fases de repouso do dia são influenciadas por diferentes factores. Se por um lado a forma como decorre a sesta, à tarde, pode estar relacionada com factores ambientais, como a luz no quarto, por exemplo; por outro, uma noite de sono tranquilo pode estar dependente de factores genéticos.

Ler o artigo completo aqui.

Publicado por: A Ovelha Perdida | 25 de Fevereiro de 2013

Ideia genial

Arte personalizada.

Arte personalizada.

Publicado por: A Ovelha Perdida | 18 de Fevereiro de 2013

Os apoios continuam a chegar

O SOS Bebé continua a merecer o carinho de instituições e particulares, já que os apoios da Segurança Social não existem, apesar de insistentemente solicitados em devido tempo.

Desta vez foi uma jovem mãe, desempregada, que decidiu utilizar os cupões de desconto de uma superfície comercial para adquirir, sem custos, 80 pacotes de fraldas para bebé, e que no-los trouxe, com a ajuda da filha adolescente. Esta mulher de iniciativa chama-se Encarnação  Maria Paes e deixamos aqui o seu excelente exemplo.

 

Publicado por: A Ovelha Perdida | 18 de Fevereiro de 2013

Crianças portuguesas são das mais carenciadas da OCDE

 Dados são de 2009 e ainda não incluem os efeitos da crise

Dados são de 2009 e ainda não incluem os efeitos da crise (Foto: Paulo Pimenta)

Mais de 27% das crianças portuguesas vivem em situação de carência económica. O retrato é traçado no relatório “Medir a Pobreza Infantil”, que é nesta terça-feira apresentado pela Unicef e que coloca Portugal em 25.º lugar numa lista de 29 países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico.

Já longe de ser cor-de-rosa, o cenário promete piorar. As conclusões baseiam-se em dados de 2009, logo não reflectem o impacto da crise nas crianças. E, por outro lado, “o risco é que no contexto da actual crise sejam tomadas decisões erradas cujas consequências só serão visíveis muito mais tarde”, alerta o relatório.

Por carenciada a Unicef considera qualquer criança até aos 16 anos que não tenha acesso a duas ou mais de 14 variáveis consideradas “normais e necessárias” num país desenvolvido. Exemplos? Três refeições por dia, um local tranquilo para fazer trabalhos de casa, ligação à Internet, pelo menos dois pares de calçado e possibilidade de celebrar ocasiões como o aniversário. Na tabela classificativa que daí resulta, Portugal surge nos últimos lugares. Piores apenas a Letónia, Hungria, Bulgária e Roménia.

Se a amostra incluir apenas as famílias monoparentais, a percentagem dispara para cerca do dobro: 46,5% das crianças portuguesas que vivem só com o pai ou só com a mãe estão em situação de privação material. Em Espanha, por comparação, esta taxa não ultrapassa os 15,3%. Mas as crianças que estão em piores lençóis ainda são aquelas cujos pais estão desempregados: aqui o índice de carência atinge os 73,6% entre as crianças portuguesas, enquanto em Espanha não passa dos 33,5%.

“Mais com menos”

A Unicef concluiu ainda que 14,7% das crianças portuguesas até aos 16 anos vivem abaixo do limiar de pobreza, ou seja, em lares cujos rendimentos anuais por adulto estão 50% abaixo da mediana da distribuição dos rendimentos (cerca de 400 euros por mês). Aqui Portugal também não sai muito bem na fotografia. Está em 26.º lugar numa lista composta por 35 países, sendo que abaixo surgem países como a Itália, Grécia e Espanha.

Numa análise mais minuciosa a cada um dos países, a Unicef conclui que há alguns “que conseguem fazer mais com menos”. Tome-se Portugal e a República Checa como exemplos. Ambos os países apresentam rendimentos per capita de aproximadamente 25 mil euros. Porém, “a taxa de privação infantil é três vezes maior em Portugal”. Que ilação se retira aqui? “Que as medidas de apoio social em Portugal não são tão eficazes ou, pelo menos, não estão a conseguir chegar às crianças” responde Madalena Marçal Grilo, directora executiva da Unicef em Portugal, para insistir na importância de as medidas de austeridade terem em atenção o impacto da crise nas crianças. Afinal, como argumentam os autores do relatório, “ninguém pode alegar que é culpa das crianças que a economia tenha entrado em recessão ou que os pais tenham caído no desemprego”.

“O pior está para vir”

Construída a partir de indicadores de 2009 – e que remontam a dois ou mesmo três anos antes dessa data – esta tabela peca por defeito, como faz questão de sublinhar a própria Unicef. “Não há estatísticas internacionais comparáveis que permitam medir o que está a acontecer em termos de pobreza infantil na sequência da crise social e económica dos últimos três anos”. Isto também porque, apesar de sujeitas a fortes medidas de austeridade que se repercutem no corte de apoios sociais, as famílias “mesmo as de mais baixos rendimentos, dispõem de uma almofada – em forma de poupanças, bens ou ajudas de outros membros da família – que lhes tem permitido mitigar o impacto da crise. Quando esta almofada se esvaziar, “a pobreza infantil vai voltar a disparar”, avisam os autores do relatório, apontando 2013 como ano de ruptura na relativa estabilização da pobreza infantil nos últimos anos. Dito de modo mais contundente, “o pior ainda está para vir”.

As críticas da Unicef visam os governos de cada país, nomeadamente porque têm negligenciado a simples monitorização do fenómeno, mas também a própria Comissão Europeia. “Desde que a crise económica começou, a pobreza infantil parece ter-se eclipsado da agenda europeia”, rematam os autores do relatório que contam 13 milhões de crianças da União Europeia que vivem sem acesso a elementos básicos necessários para o seu desenvolvimento.

 

Fonte: Público.

Publicado por: A Ovelha Perdida | 29 de Janeiro de 2013

Jovens Leos promoveram campanha para apoiar o SOS Bebé

Os jovens do Lions Clube de Setúbal – Leos – promoveram uma campanha de recolha de produtos para ajudar as famílias carenciadas com bebés e que são apoiadas pelo SOS Bebé, no passado fim-de-semana num hipermercado de Setúbal, o Jumbo. A equipa foi liderada pelo Gonçalo Mareco e a Inês Ribeiro.

Agradecemos, em nome dos utentes que apoiamos.

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Publicado por: A Ovelha Perdida | 18 de Dezembro de 2012

“Leitura” precoce

Publicado por: A Ovelha Perdida | 18 de Setembro de 2012

Rotary apoia SOS Bebé

Os jovens do Rotary Clube de Setúbal (Rotaract) promoveram uma campanha de recolha de produtos alimentares e de higiene para o Projecto SOS Bebé, sob orientação de Carla Tavares, membro do referido clube. A recolha foi efectuada nos dias 8 e 9, no Modelo-Continente, em Setúbal.

Apesar de a referida recolha ter decorrido logo a seguir ao discurso do primeiro-ministro, as pessoas colaboraram generosamente e a campanha foi um sucesso, vindo assim colmatar necessidades prementes de muitas famílias carenciadas com bebés.

Agradecemos, reconhecidos, em nome das crianças.

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